Trivium Pursuit

The Little Red Lighthouse and the Great Gray Bridge

February 16th, 2020

The Little Red Lighthouse and the Great Gray Bridge by Hildegarde Swift, illustrated by Lynd Ward

Publication date 1942

This is the story about a lighthouse that stands near the George Washington Bridge in New York City.

On the bank of the Hudson River, a small red lighthouse protects boats with his beam and foghorn. One day, some workers arrive and start to build a gigantic steel bridge with huge flashing lights. The little red lighthouse feels afraid and wonders if he will ever be useful again. During one dark night, a violent storm threatens the safety of the boats on the river, and the role of the little lighthouse is revealed.

This part ALWAYS makes me cry:

“Then the great gray bridge talked to the little red lighthouse:

“Little brother, where is your light”

“Am I brother of yours, bridge?” wondered the lighthouse. “Your light was so bright that I thought mine was needed no more.”

“I call to the airplanes,” cried the bridge, “I flash to the ships of the air. But you are still master of the river. Quick, let your light shine again. Each to his own place, little brother!”

So the little red lighthouse tried to shine once more, but though it tried and tried and tried, it could not turn itself on.”

Teaching point of the story: even the small are important.

You can see the filmography story here.

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February 6th, 2020

A Transformação da Educação Clássica
Publicado por Joabe De Juda

O que é Educação Clássica?

Educação Clássica é ler Homero e Platão, ou César e Cícero? Muitos educadores clássicos diriam que sim – ler tal literatura é uma parte essencial de uma educação clássica. Mas, será que um foco desenfreado em literatura clássica (Grega e Romana) nos leva a Cristo?

Nós definimos uma Educação Clássica de modo diferente. Nós seguimos um modelo e método clássico de educação (chamado de O Trivium), mas o nosso interesse na literatura humanista clássica é apenas eventual. Não queremos seguir estas três ferramentas de aprendizagem (idiomas clássicos, habilidade no pensar e habilidade na comunicação) de modo que possamos realmente ler como Homero, pensar como Aristóteles e falar como Demóstenes. Como Cristãos, queremos aprender idiomas, lógica e retórica de forma que possamos realmente ler, pensar e falar – ponto final! Queremos dominar estas proveitosas ferramentas, mas não queremos utilizá-las como os antigos Gregos e Romanos faziam. Eles utilizavam essas ferramentas para servir a tudo, exceto ao Deus vivo e verdadeiro. Os Gregos e Romanos pegaram estas ferramentas e as usaram para seguir seus próprios propósitos. Nós apenas estamos reivindicando o que é, por direito, a herança dos piedosos, limpando-a e devolvendo-a para servir a nosso Senhor. As Escrituras contêm tudo o que precisamos para testar toda palavra humana e reter o que for resgatável para uso piedoso. Antes de poder utilizar qualquer coisa – incluindo literatura clássica – devemos coar através da peneira crítica das Escrituras……


O Trivium em uma Cápsula

Por Harvey e Laurie Bluedorn. Copyright 2002. Todos os direitos reservados

Traduzido por Joabe de Judá Carvalho

O Trivium consiste nas três primeiras disciplinas formais das sete artes liberais: Gramática, Lógica e Retórica. Este é o Trivium formal no sentido clássico. O Trivium formal é uma reflexão acadêmica do, ainda mais básico, Trivium Bíblico: as capacidades mentais do Conhecimento, Entendimento e Sabedoria (* Veja a lista de referências bíblicas ao final deste artigo). O estilo clássico de educação é baseado nestas três capacidades mentais ou intelectuais:
Primeiro: receber e reunir informação – Conhecimento;
Segundo: organizar e conectar a informação em uma ordem lógica – Entendimento;
Terceiro: colocar essa informação reunida e ordenada dentro de uma expressão prática – Sabedoria.
Crianças estão continuamente se desenvolvendo no Conhecimento, Entendimento e Sabedoria. Apesar destas três capacidades serem mutuamente dependentes umas das outras e elas se desenvolverem na criança desde antes do nascimento, todavia as crianças atravessam diversas etapas de desenvolvimento ou níveis de aprendizagem, onde uma capacidade se destaca dentre as outras. Descreveremos estas etapas abaixo. Tenha em mente que nossa divisão etária não se dispões a ser a única possível. São apenas aproximações arbitrárias e podem variar bastante de criança para criança.

O Nível de Conhecimento (ou Fase da Gramática): antes do nascimento até os 12 anos
A criança está sempre aprendendo fatos, relacionando-os entre si e expressando estes fatos e relações de maneira prática. Mas existe, no entanto, uma ordem lógica e de desenvolvimento entre eles. Durante os primeiros anos (até os 10 anos), a criança está massivamente aprendendo a linguagem, construindo seu vocabulário e preenchendo sua compreensão básica do mundo. Essas crianças precisam de mais treinamento do que de ensino. Elas devem ser treinadas para terem autodisciplina e serem preenchidas com informação proveitosa. Isso estabelece uma base adequada para estudos mais formais posteriormente. Enquanto todas as três capacidades estão se desenvolvendo com o passar do tempo, a capacidade de Conhecimento cresce com mais destaque. Chamamos este período de intensa aprendizagem de fatos básicos de Nível de Conhecimento Inicial porque ele estabelece a base para o que vem adiante, que é o período mais intenso de construção do Conhecimento.
Por volta dos 9 ou 10 anos, estas crianças desenvolvem a capacidade de pensamento de modo mais abstrato. Elas alcançaram tal estado de maturidade que a lâmpada se acende e sua capacidade de Conhecimento se torna uma onda crescente dentro de um intenso período, onde a capacidade e a habilidade de estudo acadêmico formal de conteúdos relacionados ao Conhecimento são mais produtivas. Elas conseguem lidar com conceitos matemáticos abstratos. Conseguem discernir a diferença entre um substantivo e um verbo. Isto pode ser chamado de Nível de Conhecimento Final. As habilidades de Entendimento (raciocínio) estão começando a aumentar o seu ritmo de desenvolvimento neste nível, deste modo alguns classificam isso como o início do Nível de Entendimento. Mas isso é, de fato, apenas um período de aquecimento. Suas habilidades de Conhecimento devem se tornar cada vez mais desenvolvidas antes que as habilidades de Entendimento (raciocínio) ou Sabedoria (expressão prática) possam se desenvolver de forma mais rápida.
Enquanto a criança está no Nível de Conhecimento, focamos em ensiná-la as habilidades de compreensão, de receber informação com precisão, de reunir os fatos. O Conhecimento é transmitido através de narração e demonstração. Ele vem através dos sentidos. Desenvolvemos um vocabulário de fatos e regras. Neste nível, não necessitamos separar as matérias. Podemos combinar: 1) linguagem com literatura e belas-artes; 2) matemática com ciências naturais; e 3) história com geografia e estudos culturais. Nosso objetivo é desenvolver competência nas ferramentas de pesquisa: leitura, escuta, escrita, observação e medição.

O Nível de Entendimento (ou Fase da Lógica): dos 13 aos 15 anos
O intenso período de Conhecimento dura cerca de 3 anos e, quando acaba, o Conhecimento, é claro, continua a crescer e a se desenvolver, mas a capacidade de Entendimento, que vinha se desenvolvendo todo este tempo, emerge como o líder nesta corrida. Com uma ampla base de Conhecimento já alicerçada e o desenvolvimento do Entendimento chegando ao nível de maturidade, outra lâmpada se acende. A capacidade de Entendimento agora se torna uma onda crescente dentro de um período intenso, onde a capacidade e a habilidade de estudo acadêmico formal de conteúdos relacionados ao Entendimento são mais produtivas. Os jovens de 13 a 15 anos começam a desenvolver suas habilidades de raciocínio. Eles conseguem lidar com álgebra e geometria. Eles estão desenvolvendo o aparato crítico para o pensamento. Devem ser mais questionadores e analíticos. Suas mentes têm que ser treinadas para chegar a uma conclusão correta das coisas e para poder avaliar logicamente pressupostos e conclusões.
Quando a criança está neste nível, nós a ensinamos a habilidade de raciocinar, de criticamente questionar, analisar, avaliar e discernir causas, motivos, meios, propósitos, objetivos e efeitos, para examinar a teoria. O Entendimento é transmitido através de instrução, correção e exercícios. Desenvolvemos um vocabulário de relações, ordem e abstrações. Nosso ensino tornar-se-á mais sequencial e sistemático, separando os diferentes ramos de aprendizagem. Nosso objetivo é desenvolver competência nas ferramentas de investigação: análise, comparação e contraste.

O Nível de Sabedoria (ou Fase da Retórica): dos 16 aos 18 anos
O intenso período de Entendimento dura cerca de 3 anos e, quando acaba, o Entendimento, é claro, continua a crescer e a se desenvolver, mas a capacidade de Sabedoria, que vinha se desenvolvendo todo este tempo, emerge como o líder nesta corrida. Quando uma ampla base de Conhecimento e Entendimento foi alicerçada e as desenvolventes partes da Sabedoria chegaram a um nível de maturidade, então a terceira lâmpada se acende. A capacidade de Sabedoria se torna uma onda crescente dentro de um período intenso, onde a capacidade e a habilidade de estudo acadêmico formal de conteúdos relacionados à Sabedoria são mais produtivas. Jovens mais velhos (de 16 a 18 anos) começam a desenvolver suas habilidades de comunicação e aplicação prática. Eles buscam expressar, de modo criativo e efetivo, as coisas que aprenderam e a colocar estas coisas em prática.
Quando a criança está neste nível, nós a ensinamos as habilidades de julgamento prudente e de se expressar efetivamente através da comunicação e aplicação prática. A Sabedoria é transmitida através do encorajamento à iniciativa individual e inovação, de fazer perguntas e de liderar debates. Desenvolvemos um vocabulário de ideias e valores filosóficos. Nós começamos a reagrupar o conhecimento e as habilidades de separar disciplinas. Buscamos a aplicação de princípios, valores e objetivos.
O intenso período de Sabedoria dura 2 ou 3 anos e, quando acaba, a Sabedoria, é claro, continua a crescer e a se desenvolver, mas todas as três capacidades (Conhecimento, Entendimento e Sabedoria) que vinham se desenvolvendo todo este tempo, emergem como um conjunto plenamente desenvolvido de ferramentas.

O Nível (ou Fase) Final de Acabamento: Dos 19 anos em diante
Durante os próximos dois anos, como todas as capacidades mentais foram plenamente desenvolvidas, a capacidade moral da consciência, que vinha se desenvolvendo todo este tempo, é trazida à sua completa capacidade. Jovens adultos de 19 a 20 anos devem trazer estas capacidades em harmonia debaixo da capacidade moral da consciência. A capacidade de assumir responsabilidade deve estar plenamente desenvolvida ao completar a maioridade bíblica de 20 anos (Números 14.29, etc.). Naturalmente, todas as capacidades continuarão a crescer, mas as ferramentas básicas que serão utilizadas no decorrer da vida devem estar todas desenvolvidas agora.

Aplicando o Trivium às matérias
Esta mesma progressão (Conhecimento, Entendimento, Sabedoria) se aplica a muitas outras coisas. Por exemplo, cada matéria individual de estudo tem três níveis de desenvolvimento. Primeiro nós aprendemos os fatos, que é o Conhecimento. Depois de sabermos uma quantidade considerável de fatos, começamos a descobrir a conexão entre eles, que é o Entendimento. E depois de sabermos uma quantidade considerável de conexões entre os fatos, criamos maneiras de se expressar e fazer aplicações dos fatos, que é a Sabedoria.

Disfunções
Se falharmos em desenvolver adequadamente uma capacidade ou, eventualmente, colocar todas as capacidades em equilíbrio, criaremos uma disfunção da aprendizagem. O Conhecimento é o mais básico de todos. Sem o Conhecimento de um assunto não podemos continuar a construir um Entendimento apropriado ou desenvolver Sabedoria no assunto. Da mesma forma, o desenvolvimento inadequado do Entendimento prejudicará a Sabedoria e, também, a capacidade de buscar o Conhecimento. Finalmente, um desenvolvimento inadequado da Sabedoria prejudicará a busca do Conhecimento e do Entendimento. Por exemplo, se falharmos em ensinar as habilidades fônicas básicas, iremos artificialmente causar a dislexia (inabilidade de ler bem). Se falharmos em ensinar as habilidades lógicas básicas, iremos artificialmente causar o que chamamos de dislogia (inabilidade de raciocinar bem). Se falharmos em ensinar as habilidades básicas de se expressar e de fazer aplicação prática, iremos artificialmente causar o que chamamos de dyssophia¹ (inabilidade de exercer um bom julgamento).

Resumo
Em resumo, as capacidades de Conhecimento, Entendimento e Sabedoria não são pequenos compartimentos bonitinhos com portas fechadas entre eles. Antes, todas elas se desenvolvem ao mesmo tempo bem desde o princípio, ainda que cada uma delas passem por sucessivos períodos de intenso desenvolvimento, até que elas finalmente se emparelhem umas às outras e trabalhem harmoniosamente juntas. Estas faixas etárias são apenas aproximadas e sua criança pode estar em ambos os lados da linha.
Para resumir tudo em uma única frase: Primeiro instruímos a criança no Conhecimento, depois orientamos o jovem no Entendimento, e depois desafiamos o jovem mais velho na Sabedoria.

* Êxodo 31.3; 35.31; 36.1; Deutoronômio 1.13,15; 1 Reis 7.14; Jó 15.8-9; Provérbios 2.6; 3.19,20; 5.1,2; 8.12; 18.15; 23.23; 24.3,4; Daniel 1.4,17; 5.14; Efésios 1.8,9,17,18; Colossenses 1.9,10; 2.2,3; e muitos outros lugares.

Link original

¹ Neologismo da língua inglesa sem termo correspondente em português. É formada do grego pelo prefixo dys (dificuldade; falta, privação, mau estado) e pela palavra sophía (sabedoria, saber, ciência).

 

Homeschool Voices From the Past — Raymond S. Moore

January 27th, 2020

Excerpt from an interview with Raymond S. Moore in Human Events, September 15, 1984

Q: [Interviewer] I’m quoting you now: “An early start in formal institutionalized schooling deprives children of the free exploration so crucial to the development of genius.” Could you elaborate on that and give specific ways in which institutionalized learning may penalize or stifle genius?

A: [Raymond S. Moore] Harold McCurdy, a distinguished psychologist from the University of North Carolina and a leading student of genius, says that genius is derived from the experience of children being most of the time with adults and very little with their peers. So when you start assembling children in very large numbers for long periods of time, you are on the wrong course for producing strong character and intellect. The more children around your child, the fewer meaningful human contacts he will have.

Let me give you another example, the matter of adult responses. John Goodlad, Graduate Dean of Education at UCLA, came out with an article in the Phi Delta Kappan in March, 1983. He did a comparison of over a thousand schools and found that the average amount of time spent in person-to-person responses between teachers and students amounted to seven minutes a day.

I doesn’t take much to see that if your child is one of 20, 25, 30 or maybe more youngsters in a classroom and the teacher is giving only seven minutes a day in responses, that your child is lucky if he gets spoken to once a day. If he is an aggressive or misbehaving child, he might get more attention. But when a child is home with his mother, he may get one, two, three hundred answers to his questions and ideas a day. So you can see right there where we are in terms of the sheer potential there is for the stimulation of intellect in a home.


Home Grown Kids — one of the first books I read on homeschooling

 

Another reason why I like the Ron Paul Homeschool Curriculum

January 27th, 2020

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The Ron Paul Homeschool Curriculum is an academically rigorous college prep homeschool program, but it is also a practical program.

There are two parts to the Ron Paul Homeschool Curriculum:

–The academic
–The practical

Elsewhere we have discussed the academic part of the RPC. Today we will discuss the practical courses. These courses make up a supplemental program of hands-on, real-world courses that are not available in any other homeschool curriculum. All of the courses in the RPC offer the first five lessons for free. This shows parents and students what to expect from a course.

Here are the practical courses:

1. Personal Finance

This course teaches children the basics of money management. It teaches them why they need to save, how they need to save, and the best ways to save. To teach this course, Ron Paul hired Prof. Timothy Terrell, who teaches economics at the college level. This is a hands-on course relating to all aspects of setting goals, budgeting, and avoiding consumer debt. You know the lure of the credit card industry: “But you can have it now!” Your children will have the correct answer: “No, thanks. I’ll invest my money until I have enough to pay cash.” Maybe you have already begun to teach your children about money management. I hope you have. But I doubt that you will spend one hour a day, five days a week, for 36 weeks going through every aspect of money management. If you sign up your children for this course, you won’t have to. Because parents can take any courses that they buy for their children, you might want to take the course. This would be a great way to discuss money management with your children. I will tell you this: if your children take this course and follow its advice, they will never be in a desperate situation of massive debt of their own making. Take a look at the course here.

2. Business I — Introduction to Business. It is designed as a ninth-grade course. But any high school student can benefit from it.

Students who use this course have a unique opportunity to learn the basics of business: goal-setting, time-management, salesmanship, business ethics, business theory, direct-response copywriting — the key skill that almost no business owners possess — and how to set up a business for $100. This course is crucial for the Business II course, which takes students through the business-launch process. By the end of the 10th grade, a student who has taken both courses ought to have a profitable business — one that should generate a middle-class income by the time the student is 21. There is nothing remotely like these two courses in any high school curriculum.

3. Business II — Launch Your Business. This course is designed for tenth-graders yet any high school student can benefit from it. This course complements the lessons taught in the Business I course. If you’re a senior in high school I recommend you take both courses this year. There are three main objectives of the Business II course. You will…

–Learn about the world of business and online business opportunities.
–Develop valuable business skills including website development, graphic design, copywriting and eBook publishing.
–Plan and launch an online business which can generate a middle class income in 5 years.

4. Public Speaking
Students learn how to use rhetoric and logic to persuade people in a public setting. This skill pays off for a lifetime. There is a problem if your present curriculum is exclusively textbook-based. It is not possible to learn public speaking from a textbook. This is why some video-based courses are crucial for teaching public speaking. Think about what this would mean for your children. For the rest of their lives, they will not be afraid of standing in front of a group and presenting a position. They will think on their feet. There are so few people who can do this, that having this skill gives anyone an edge in his field, no matter what field this is. Most people are terrified of public speaking. This is a major barrier to advancement in every profession.

P.S. In addition to the above practical courses, Dr. Gary North teaches a free sample 46-lesson course on academic skills. Your children can take his course here.

Choose four Trivium Pursuit books if you order the Ron Paul Homeschool Curriculum.

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Envy is the strongest of all emotions

January 21st, 2020

Some say that envy is the strongest of all emotions.

Jealousy is when you admire something and wish you could be like that.

Envy is when you realize you can never be like that, so you want to destroy it.

Mark 15:10 For he knew that the chief priests had handed Him over because of envy.

James 3:16 For where envy and self-seeking exist, confusion and every evil thing are there.

Proverbs 27:4 Wrath is cruel and anger a torrent, but who is able to stand before envy?

Acts 13:45 But when the Jews saw the multitudes, they were filled with envy; and contradicting and blaspheming, they opposed the things spoken by Paul.

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Envy from The Seven Deadly Sins, engraving by Pieter Bruegel the Elder in 1558

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The Seven Deadly Sins and the Four Last Things, painting attributed to Hieronymus Bosch around 1500

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Envy from the series The Seven Deadly Sins, etching by Jacques Callot (1592-1635)

 

Reader, how does it fare with your family?

January 12th, 2020

by Charles Spurgeon
Excerpt from The Treasury of David

I will be careful to lead a blameless life . . . I will walk in my house with a blameless heart. Psalm 101:2

Piety must begin at home. Our first duties are those within our own abode.

We must have a blameless heart at home, or we cannot keep a blameless way abroad.

Notice that these words are a part of a song. There is no music like the harmony of a gracious life, no psalm so sweet as the daily practice of holiness.

Reader, how does it fare with your family?

Do you sing in the choir, and sin in the chamber?

Are you a saint abroad, and a devil at home?

For shame!

What we are at home, that we are indeed!

He cannot be a true saint whose habitation is a scene of strife, and whose household dreads his appearance at the fireside.

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Free 1849 Child’s Scripture Catechism

January 11th, 2020

The Child's Scripture Catechism

The Child’s Scripture Catechism
Originally written by H. M. Eaton in 1849
Edited by Harvey Bluedorn in 2001

158 questions for children are answered with Bible quotes. Questions cover such topics as: God, The Bible, Promises, Sin, Christ, Salvation, Duty Toward God, Duty Toward Men, Christian Conduct, Death and Resurrection.

Question #1. Who made us? . . . the Lord God formed man of the dust of the ground . . . Genesis 2:7

Question #29. How did sin enter into the world? . . . by one man sin entered into the world . . . Romans 5:12

Question #69. How many gods are there? . . . there is none other God but one. First Corinthians 8:4

Question #119. Will our prayers be answered if we continue in sin? If I regard iniquity in my heart, the Lord will not hear me. Psalm 66:18

Download The Child’s Scripture Catechism here

 

Free Soldier’s Pocket Bible

January 11th, 2020

The Soldier’s Pocket Bible (also called Cromwell’s Soldier’s Bible) is a booklet that was first issued by Oliver Cromwell in 1643 during the English Civil War for the use of the Commonwealth Army. The little book consists of Bible passages (taken from The Geneva Bible), arranged topically, which might be of most help to a soldier. It was later re-issued in 1861 at the very beginning of the American Civil War — an exact reproduction of the 1643 edition. The quote on the title page, “Trust in the Lord and keep your powder dry,” was Oliver Cromwell’s famous battle cry to his troops.

This Soldier’s Pocket Bible was usually buttoned on the inside waistcoat, placed near the heart, and under the soldier’s outer coat. English Puritan Richard Baxter relates a story that the life of one of Cromwell’s soldiers was saved by his carrying a copy of the Soldier’s Pocket Bible near his heart. A bullet fired at him became lodged in the pamphlet instead of his heart.

This PDF consists of 4 – 8.5 X 11 pages which you can print out double-sided (making 2 pieces of paper printed on both sides). You can then cut the sheets width-wise and assemble to make a 16-page 4.25 X 5.5 folded booklet.

Download the Soldiers Pocket Bible

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Pronunciation audio file for Greek Alphabetarion now free

December 25th, 2019

The pronunciation audio file for the book A Greek Alphabetarion: A Primer for Teaching How to Read, Write & Pronounce Ancient & Biblical Greek by Harvey Bluedorn is now free to all. You can download it here.

Alphabetarion for kindle

 

To Impeach or not to Impeach — Could Our Constitutional Republic Recover?

December 13th, 2019

To Impeach or not to Impeach — Could Our Constitutional Republic Recover?

December 13, 2019 — Harvey Bluedorn

There may be many things for which one may impeach a president, but the two articles of “obstruction of congress” and “abuse of power” are not among them.

Why?

First of all, because “obstruction of congress” is part of the president’s job description – it’s one of his duties. Each of the three branches of our federal government are assigned the duty of holding the others in check. In this case, “check” is another word for “obstruct.”

Furthermore, congress is assigned the duty of obstructing the president, and the courts are assigned the duty of obstructing congress and the president. We call this check and balance – the balance of power. It is the genius of our form of government.

When is it their duty to obstruct? It is when, to their judgment, they perceive an “abuse of power!”

And what is the constitutional remedy for abuse of power?

Congress is to legislate – it may censure, pass regulations, or otherwise check – obstruct – the power of the president. If the congress should go too far with that, abusing its own power, the president may appeal to the courts to check the power of congress.

Then when may congress impeach?

The constitution is an expressed powers document. The constitution explicitly states when congress has power to impeach. “Abuse of power” – or mismanagement – is not among them. The founders debated the matter, and excluded it for good reasons, not the least of which was in order to maintain the balance of powers. Power to impeach and remove over issues of executive mismanagement, in effect, transfers executive powers to the legislative branch.

One may find many things constitutionally impeachable, but to impeach for the causes of “obstruction of congress” and “abuse of power” amounts to a fundamental attack on the constitutional balance of power, because it attacks the constitutional powers of each branch to check – to obstruct – the abuses of power of the other two branches. This would amount to a fundamental overthrow of our republican form of government.

Therefore, if the House of Representatives proceeds to present these two articles of impeachment to the Senate, then either the appropriate committee of the Senate, or if that fails, the Supreme Court, must exercise its constitutional duty to check – to obstruct – this abuse of power by the House. Were these two articles to reach the point of being considered before the full Senate, this would cast upon these two articles a color or appearance of legitimacy, and regardless of the Senate’s verdict, the structure of the Constitution will have been fundamentally subverted. It is difficult to see just how our Constitutional Republic would recover.

In other words, though the Democrat controlled House may be the ones to deliver up the Constitution for crucifixion, it is the Republican controlled Senate which is in danger – no matter how unwittingly – of performing the deed.

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